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Atlético chega ao último ano do mandato de Sette Câmara com indefinição sobre o que quer em campo

Por Redação , 28/02/2020 às 10:18
atualizado em: 28/02/2020 às 16:32

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Foto: Pedro Souza / Atlético
Pedro Souza / Atlético

Se fora das quatro linhas a estratégia do Atlético é evidente, com a redução de gastos, dentro delas o presidente Sérgio Sette Câmara chega aos últimos meses do mandato com um projeto que mudou de rumos e ainda é uma incógnita. Que tipo de jogo o Atlético quer?

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As mudanças de técnicos com perfis diferentes ilustram a indefinição. O primeiro, em 2018, foi Oswaldo de Oliveira, sucedido por Thiago Larghi, Levir Culpi, Rodrigo Santana, Vagner Mancini e Rafael Dudamel. Profissionais de características diferentes, o que sugere uma insegurança quanto ao que espera a diretoria do campo, além do resultado.

Com a queda de Dudamel, a bola da vez é um técnico experiente, o que representaria uma mudança no perfil do comando, já que o venezuelano é considerado moderno.

Alguns dos nomes no mercado que se enquadram no que pensa o Atlético para o momento é Cuca, campeão da Libertadores de 2013, e Mano Menezes, que marcou história no Cruzeiro com dois títulos da Copa do Brasil, mas participação no rebaixamento do clube no ano passado. Ambos estão desempregados. No entanto, não estão dispostos a voltar a trabalhar no futebol brasileiro.

Além de um treinador, o clube busca o substituto para a vaga de Rui Costa, demitido junto com o treinador. Um nome especulado é de Paulo Pelaipe, ex-gerente de futebol do Flamengo e que atualmente está no São Caetano. 

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